E se os sorrisos fossem de algodão?
Era fantástico...toneladas de sorrisos, leves, a esvoaçar por aí. E se chovessem?? Numa chuva alucinante, sorrisos por todo lado, a mil à hora...
Sorrio...e vou dormir
quinta-feira, 5 de julho de 2007
domingo, 1 de julho de 2007
Chão de Pó
O chão de pó... a magia no olhar, e a certeza que tudo pode acontecer.
E hoje gosto de rosas...porque sim!!
Obrigada!!!!!!!!!
E hoje gosto de rosas...porque sim!!
Obrigada!!!!!!!!!
quarta-feira, 27 de junho de 2007
161 a 5ª
Interessante...
Depois de 2 investidas...os dois livros mais proximos tinham 121 e 97 páginas respectivamente.
O terceiro... Sr Jeremias, aqui vai:
"E eu que era neste mundo uma vencida,
Ergo a cabeça ao alto, encaro o Sol!
- Àguia real apontas-me a subida!"
Florbela Espanca Sonetos "Eh Hum não querer mais que bem querer"
Depois de 2 investidas...os dois livros mais proximos tinham 121 e 97 páginas respectivamente.
O terceiro... Sr Jeremias, aqui vai:
"E eu que era neste mundo uma vencida,
Ergo a cabeça ao alto, encaro o Sol!
- Àguia real apontas-me a subida!"
Florbela Espanca Sonetos "Eh Hum não querer mais que bem querer"
terça-feira, 19 de junho de 2007
Talvez um dia
Talvez um dia.
Não tarde, nem demasiadamente cedo, apenas na hora certa.
Talvez um dia, deixe de ter esta mania irritante de escrever palavras que nem sei o que são.
Talvez um dia perceba, que amontoados de papel em caixas de cartão não transformam, nem revolucionam.
Talvez um dia descubra que o que escrevo, não é mais do que aquilo que já não sei dizer.
Não são memórias, nem trajectos, tampouco diários duma vida contados ao segundo. São gritos, suspiros, muralhas talvez...
Peças do puzzle, que se tornou grande e confuso...e eu nem sequer tenho muito jeito para o montar. Rascunhos dos meus medos, das minhas aspirações, das avenidas perdidas, dos livros fechados, que penso nunca mais voltar abrir.
Por agora, vou caminhar e talvez um dia, quando tudo me parecer gasto e cansado, queime as palavras, junto com o cartão, e renasça tudo...para depois voar em pequeninos passos.
Não tarde, nem demasiadamente cedo, apenas na hora certa.
Talvez um dia, deixe de ter esta mania irritante de escrever palavras que nem sei o que são.
Talvez um dia perceba, que amontoados de papel em caixas de cartão não transformam, nem revolucionam.
Talvez um dia descubra que o que escrevo, não é mais do que aquilo que já não sei dizer.
Não são memórias, nem trajectos, tampouco diários duma vida contados ao segundo. São gritos, suspiros, muralhas talvez...
Peças do puzzle, que se tornou grande e confuso...e eu nem sequer tenho muito jeito para o montar. Rascunhos dos meus medos, das minhas aspirações, das avenidas perdidas, dos livros fechados, que penso nunca mais voltar abrir.
Por agora, vou caminhar e talvez um dia, quando tudo me parecer gasto e cansado, queime as palavras, junto com o cartão, e renasça tudo...para depois voar em pequeninos passos.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
A luz às vezes...
Gostava de contar as estrelas, uma a uma como se fossem de tabuada. Multiplicava cada pontinho luminoso, à espera que uma lhe caisse nas mãos, resultado de qualquer desejo concluido. Como aqueles que se vendem em frascos, só com a diferença deste ser real e verdadeiro. E assim passava as noites...a sonhar acordada, a imaginar viver num qualquer mundo de jornal, mas onde tudo permanecia limpo. As palavras eram revistas, corrigidas e só depois faladas. E tudo isto passava pela sua cabeça. Mas nenhuma estrela caía. Pareciam todas demasiado coladas à tela azul, como se fossem pintadas, cada uma com tinta impossivel de apagar.
- Gostava de traze-las para baixo - sussurava baixinho.
Um dia, quando a esperança recuava, uma estrela caiu, pousou tal qual uma borboleta nas suas pequeninas mãos...vinha a sorrir e sussurrou-lhe ainda mais baixinho do que ela costumava fazer:
- Comer uma estrela...como se fosse de goma, como se fosse de doce e ficar cheia de luz por dentro.
Ela não percebeu, e como achou que comer uma estrela, aquela por quem tanto tinha esperado, não era de todo uma boa ideia e atirou-a novamente contra a tela azul. Assim que o fez deu-se uma explosão de cor. E de repente milhões de estrelas cairam, por todo o lado. Parecia neve, mas brilhante, muito brilhante.
E ela, ficou ali rendida ao espectaculo da luz.
Adormeceu...por entre as estrelas caídas...quando acordou, percebeu que tudo tinha sido um sonho...mas os seus frascos...estavam cheios!
- Gostava de traze-las para baixo - sussurava baixinho.
Um dia, quando a esperança recuava, uma estrela caiu, pousou tal qual uma borboleta nas suas pequeninas mãos...vinha a sorrir e sussurrou-lhe ainda mais baixinho do que ela costumava fazer:
- Comer uma estrela...como se fosse de goma, como se fosse de doce e ficar cheia de luz por dentro.
Ela não percebeu, e como achou que comer uma estrela, aquela por quem tanto tinha esperado, não era de todo uma boa ideia e atirou-a novamente contra a tela azul. Assim que o fez deu-se uma explosão de cor. E de repente milhões de estrelas cairam, por todo o lado. Parecia neve, mas brilhante, muito brilhante.
E ela, ficou ali rendida ao espectaculo da luz.
Adormeceu...por entre as estrelas caídas...quando acordou, percebeu que tudo tinha sido um sonho...mas os seus frascos...estavam cheios!
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